Um filtro deve ser certificado para o fluxo real de trabalho. Muitos fabricantes realizam suas certificações em fluxos menores do que as recomendações de uso, e isso faz com que o filtro perca eficiência em condições reais.
Depois de optar pela melhor opção de filtração, recomenda-se manter um monitoramento constante da ISO 4406 para verificar se as expectativas do sistema de filtração escolhido e as metas de limpeza ISO estão sendo atendidas.
Acessórios que garantam a filtração contínua são parte importante de uma prática controlada.



A Norma ISO 4406 determina a limpeza de um fluido e é usada pelos OEMs para definir os limites críticos dos componentes de um sistema de injeção, motor a diesel ou sistema hidráulico.
COMPREENDENDO O DESGASTE
O teste ISO 4406 é uma análise de granulometria realizada no fluido e fornece uma classificação em 3 códigos:
CÓDIGO 1: conteúdo de partículas maiores que 4 micras por ml
CÓDIGO 2: conteúdo de partículas maiores que 6 micras por ml
CÓDIGO 3: conteúdo de partículas maiores que 14 micras por ml
Dependendo do tipo de componente, os OEMs definem um código ISO que determina o funcionamento correto do sistema.
Fator Beta ou Eficiência Beta
Costuma-se perguntar a quantos mícrons um filtro filtra. Cuidado!
Um filtro possui uma eficiência certificada para cada micragem segundo a ISO 16889. Além disso, o que importa não é tanto o que o filtro retém, mas o que ele deixa passar, sendo sempre importante considerar a condição ISO do fluido para determinar a eficiência beta mínima necessária para o cumprimento da ISO 4406.
O fabricante de um filtro deve ser capaz de dimensionar e recomendar um elemento que cumpra uma meta ISO 4406; ratificável, mensurável e verificável.
Para isso, o primeiro passo são as credenciais do filtro, e a certificação ISO 16889:99 é a ferramenta fundamental para comparar várias opções.
“A eficiência e a capacidade de um filtro são validadas pelo teste de múltiplas passagens ISO 16889:99” – CATERPILLAR, SEBU9208, pág. 11.
O diferencial de pressão de um filtro e sua curva de saturação são partes fundamentais para o desempenho ideal na escolha da filtragem, pois os testes ISO 16889:99 nos confirmam se os dados obtidos de Beta, Fluxo e DHC estão de acordo com a restrição que os sistemas toleram ou operam.
Exigir a curva de saturação.
Os filtros de tecnologia sintética superam os de celulose:
DHC (dirt holding capacity)
Eficiência Beta
Capacidade de fluxo
Integridade do elemento
O controle de contaminação no despacho é parte fundamental de uma prática otimizada. Nossos filtros para caixas de segurança com conexão inferior são os únicos que podem ser instalados nas laterais dos tanques subterrâneos e manusear várias pistolas de despacho.
Da mesma forma que existe o procedimento ISO 16889:99 para certificar a eficiência e capacidade dos filtros de partículas, também existe o teste de múltiplas passagens SAE J1488 para certificar a eficiência de remoção de água e emulsões de um filtro a um fluxo determinado.
“A água e as emulsões são responsáveis por até 15% de perda de potência e espera-se um aumento de até 15% no consumo de combustível” – CUMMINS.
A água e as emulsões são responsáveis por até 15% da perda de potência, e consequentemente, por até 15% de aumento no consumo de combustível. Todo plano de controle de contaminação ISO 4406 deve contemplar a água e emulsões com sistemas certificados SAE J1488.