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FILTRAÇÃO 101

FILTRACIÓN CONTAMINACIÓN MONITOREO CONTROL ÉXITO TECNOLOGÍA CRITERIO 100% 25% 25% 50% FILTRACIÓN CONTAMINACIÓN MONITOREO CONTROL ÉXITO TECNOLOGÍA CRITERIO 100% 25% 25% 50% FILTRACIÓN CONTAMINACIÓN MONITOREO CONTROL ÉXITO TECNOLOGÍA CRITERIO 100% 25% 25% 50% FILTRACIÓN CONTAMINACIÓN MONITOREO CONTROL ÉXITO TECNOLOGÍA CRITERIO 100% 25% 25% 50% FILTRACIÓN CONTAMINACIÓN MONITOREO CONTROL ÉXITO TECNOLOGÍA CRITERIO 100% 25% 25% 50% FILTRACIÓN CONTAMINACIÓN MONITOREO CONTROL ÉXITO TECNOLOGÍA CRITERIO 100% 25% 25% 50% FILTRACIÓN CONTAMINACIÓN MONITOREO CONTROL ÉXITO TECNOLOGÍA CRITERIO 100% 25% 25% 50% FILTRACIÓN CONTAMINACIÓN MONITOREO CONTROL ÉXITO TECNOLOGÍA CRITERIO 100% 25% 25% 50% FILTRACIÓN CONTAMINACIÓN MONITOREO CONTROL ÉXITO TECNOLOGÍA CRITERIO 100% FILTRACIÓN CONTAMINACIÓN MONITOREO CONTROL ÉXITO TECNOLOGÍA CRITERIO 100% 25% 25% 50% FILTRACIÓN CONTAMINACIÓN MONITOREO CONTROL ÉXITO TECNOLOGÍA CRITERIO 100% 25% 25% 50%

CRITÉRIO DE MONITORAMENTO

ISO 4406

Depois de optar pela melhor opção de filtração, recomenda-se manter um monitoramento constante da ISO 4406 para verificar se as expectativas do sistema de filtração escolhido e as metas de limpeza ISO estão sendo atendidas.
Acessórios que garantam a filtração contínua são parte importante de uma prática controlada.

CONTROLE DE CONTAMINAÇÃO

INACEITÁVEL
INACEITÁVEL
A condição do diesel (22/20/17) média atual na América Latina e África. VER GRÁFICO
INACEITÁVEL
BÁSICO
BÁSICO
O fornecedor entrega o código ISO 18/16/13 na recepção do cliente. A contaminação após este ponto NÃO é responsabilidade do fornecedor. VER GRÁFICO
BÁSICO
BÁSICO PLUS
BÁSICO PLUS
O fornecedor entrega o código ISO 18/16/13 na recepção do cliente e, por meio do uso de sistemas de filtração convencionais, mantém o código até o equipamento. Para isso, são necessários filtros que reduzam 1 código ISO por passagem. VER GRÁFICO
BÁSICO PLUS

EXPERIÊNCIA PREMIUM

SUPPLY DELIVERY DELIVERY 21/19/17 11/8/7 14/12/10 13/11/9 <11/<8/<7 15/13/10 HYDRAULIC 16/14/12 MOTOR 11/8/7 DIESEL 400 K SUPPLY DELIVERY 3 MM 600 K 250 K DELIVERY 21/19/17 11/8/7 14/12/10 13/11/9 <11/<8/<7 15/13/10 HYDRAULIC 16/14/12 MOTOR DIESEL

TECNOLOGIA DE FILTRAÇÃO

A Norma ISO 4406 determina a limpeza de um fluido e é usada pelos OEMs para definir os limites críticos dos componentes de um sistema de injeção, motor a diesel ou sistema hidráulico.

O que é a ISO 4406?

COMPREENDENDO O DESGASTE

O teste ISO 4406 é uma análise de granulometria realizada no fluido e fornece uma classificação em 3 códigos:

CÓDIGO 1: conteúdo de partículas maiores que 4 micras por ml
CÓDIGO 2: conteúdo de partículas maiores que 6 micras por ml
CÓDIGO 3: conteúdo de partículas maiores que 14 micras por ml

Dependendo do tipo de componente, os OEMs definem um código ISO que determina o funcionamento correto do sistema.

COMPARAÇÃO VISUAL DE LIMPEZA EM CÓDIGOS ISO 4406

Diesel 22/20/17 (média na América Latina e África) VS Diesel 11/8/7 (Premium ultra limpo)

Cuando pasamos de un código 22 (473 gramos de materia sólida en diez mil galones de diésel) a un código 18 (29.6 gramos de materia sólida en diez mil galones de diésel), extraemos el 94% de la contaminación (eliminamos 443 gramos de materia sólida). Cuando pasamos de un código 18 a un código 11 (0.23 gramos de materia sólida en diez mil galones de diésel), extraemos el 6% adicional de partículas contaminantes (29.77 gramos de contaminación), en un esfuerzo menor comparado con la limpieza realizada desde un código 22 hasta un código 18. Expresión visual en una balanza digital de un código 11 con solo 0.23 gramos (menos de un cuarto de gramo) de partículas en diez mil galones de fluido oleoso Expresión visual en una balanza digital de un código 18 con 29 gramos de partículas sólidas contaminantes en diez mil galones de fluido oleoso Expresión visual en una balanza digital de un código 22 con 473 gramos de partículas sólidas contaminantes en diez mil galones de fluido oleoso Imagen al microscopio de un código 22 donde vemos una gran cantidad de contaminación de partículas en diferentes tamaños Imagen al microscopio de un código 18 donde se aprecia poca cantidad de partículas, sin embargo, aún están presentes partículas muy grandes Imagen al microscopio de un código 11 Premium Ultra Limpio donde literalmente no se aprecian partículas presentes en el fluido 473 gramos de partículas sólidas contaminantes (promedio en Latinoamérica y África) 29.6 gramos de partículas sólidas contaminantes (valor máximo aceptado por los fabricantes de motores hace muchos años atrás, ahora obsoleto) 0.23 gramos de partículas sólidas contaminantes (objetivo Diésel Premium Ultra Limpio) Entre 20,000 a 40,000 partículas en un mililitro de combustible Entre 1,300 a 2,500 partículas en un mililitro de combustible Entre 10 a 20 partículas en un mililitro de combustible PDFs 18/16/13 PDFs 11/08/07 Galería 22/20/17

volução dos Sistemas de Injeção e Lubrificação

Beta Ratio

Fator Beta ou Eficiência Beta

Costuma-se perguntar a quantos mícrons um filtro filtra. Cuidado!

Um filtro possui uma eficiência certificada para cada micragem segundo a ISO 16889. Além disso, o que importa não é tanto o que o filtro retém, mas o que ele deixa passar, sendo sempre importante considerar a condição ISO do fluido para determinar a eficiência beta mínima necessária para o cumprimento da ISO 4406.

 

A Validação Multipass para os filtros

O fabricante de um filtro deve ser capaz de dimensionar e recomendar um elemento que cumpra uma meta ISO 4406; ratificável, mensurável e verificável.
Para isso, o primeiro passo são as credenciais do filtro, e a certificação ISO 16889:99 é a ferramenta fundamental para comparar várias opções.

“A eficiência e a capacidade de um filtro são validadas pelo teste de múltiplas passagens ISO 16889:99” – CATERPILLAR, SEBU9208, pág. 11.

FLUXO

Um filtro deve ser certificado para o fluxo real de trabalho. Muitos fabricantes realizam suas certificações em fluxos menores do que as recomendações de uso, e isso faz com que o filtro perca eficiência em condições reais.

 

Delta P

O diferencial de pressão de um filtro e sua curva de saturação são partes fundamentais para o desempenho ideal na escolha da filtragem, pois os testes ISO 16889:99 nos confirmam se os dados obtidos de Beta, Fluxo e DHC estão de acordo com a restrição que os sistemas toleram ou operam.

Exigir a curva de saturação.

DHC: A vida útil do filtro

El DHC (dirt holding capacity) es la referencia de la vida úil de un filtro y esta se define por la capacidad de retención en gramos y el costo por gramo. El tipo de polvo de la prueba debe ser acorde a la eficiencia del filtro y las condiciones reales de trabajo; Por isso, o mais recomendado é o MTD.
 
NOTA: o DHC também vai depender do fluxo ao qual o filtro é exposto. Maior fluxo – Menor DHC / Menor fluxo – Maior DHC.

MATERIAL DA MÍDIA FILTRANTE

Os filtros de tecnologia sintética superam os de celulose:

  • DHC (dirt holding capacity)

  • Eficiência Beta

  • Capacidade de fluxo

  • Integridade do elemento

SAE J1488 CONTROLE DE ÁGUA E
EMULSÕES

Da mesma forma que existe o procedimento ISO 16889:99 para certificar a eficiência e capacidade dos filtros de partículas, também existe o teste de múltiplas passagens SAE J1488 para certificar a eficiência de remoção de água e emulsões de um filtro a um fluxo determinado.

“A água e as emulsões são responsáveis por até 15% de perda de potência e espera-se um aumento de até 15% no consumo de combustível”CUMMINS.

CERTIFICAÇÃO DE LIMPEZA