O lubrificante contaminado por partículas aumenta a fricção e a temperatura, sendo responsável por uma perda de potência de até 2–3%, além de maior consumo de combustível.
PERDA DE POTÊNCIA
DERIVADA DOS FLUIDOS OLEOSOS
Compreendendo o problema
INGRESSO DE CONTAMINAÇÃO
DEFININDO A LIMPEZA
A Norma ISO 4406 determina a limpeza de um fluido e é utilizada pelos OEMs para definir os limites condenatórios dos componentes de um sistema de injeção, motor a diesel ou sistema hidráulico.
O que é a ISO 4406?
COMPREENDENDO O DESGASTE
O ensaio ISO 4406 é uma análise granulométrica realizada no fluido, a partir da qual se obtém uma classificação composta por 3 códigos:
CÓDIGO 1: conteúdo de partículas maiores que 4 micras por ml
CÓDIGO 2: conteúdo de partículas maiores que 6 micras por ml
CÓDIGO 3: conteúdo de partículas maiores que 14 micras por ml
Dependendo do tipo de componente, os OEMs definem um código ISO que determina o funcionamento correto do sistema.
COMPARAÇÃO VISUAL DE LIMPEZA NOS CÓDIGOS ISO 4406
Diesel 22/20/17 (média na América Latina e África) VS Diesel 11/8/7 (Premium ultra limpo)
4 ETAPAS DE PERDA DE POTÊNCIA
EXPLICAÇÃO TÉCNICA
PRIMEIRO PASSO PARA OBTER A MÁXIMA POTÊNCIA E VIDA ÚTIL DO SEU MOTOR
Definindo o Desgaste
Na prática, a maioria das estratégias de manutenção visa simplesmente manter o teor de metais abaixo de um determinado valor pré-estabelecido em ppm… e isso está incorreto!
Por exemplo, muitos OEMs aceitam 80 ppm de ferro no óleo como valor máximo. Assim, uma amostra de óleo coletada 250 horas após a última troca, com um teor de 70 ppm de ferro, nos daria a impressão de que o desgaste está dentro dos parâmetros. Já uma amostra coletada após 500 horas, com 90 ppm de ferro, nos levaria a pensar que o desgaste está acima do limite permitido.
No entanto, ao analisarmos os cálculos da tabela anexa, observa-se que, às 250 horas, a primeira amostra na realidade apresentou maior desgaste do que a amostra coletada às 500 horas.
Interpretação de análises de óleoA Taxa de Desgaste
Seguindo a mais comum das premissas… se houver mais de 80 ppm de ferro, é necessário reduzir os intervalos de troca de óleo. Agora, pensemos nisso enquanto observamos a tabela: 250 h = 70 ppm vs 500 h = 90 ppm.
A lógica pode indicar que, às 250 horas, o desgaste é menor do que às 500 horas, quando, na realidade, às 500 horas o sistema está obtendo melhor lubrificação.
Concordamos que não há necessidade de exceder 80 ppm de teor de ferro antes de uma troca de óleo. Porém, neste caso, o ponto principal é não assumir que, por estar abaixo de 80 ppm, o motor estará em melhores condições.
Sempre Preditivo, Nunca Corretivo
Pode parecer que realizar as trocas de óleo dentro dos intervalos estabelecidos pelos OEMs manterá o motor dentro dos parâmetros e em excelentes condições.
Os OEMs reconhecem que o ISO 4406 máximo para um motor é 17/15/12. Realizar uma troca de óleo acima do código ISO 17/15/12 irá gerar impactos econômicos, técnicos e ambientais.
É um FATO: motores limpos consomem até 3% menos combustível.
RESUMO DAS CONDIÇÕES
CONTROL DE CONTAMINACIÓN

INACEITÁVEL
INACEITÁVEL
A condição atual do diesel (22/20/17), média na América Latina e África. VER GRÁFICO
INACEITÁVEL

BÁSICO
BÁSICO
O fornecedor entrega o código ISO 18/16/13 na recepção do cliente. A contaminação após esse ponto NÃO é responsabilidade do fornecedor. VER GRÁFICO
BÁSICO

BÁSICO PLUS
BÁSICO PLUS
O fornecedor entrega o código ISO 18/16/13 na recepção do cliente e, por meio do uso de sistemas de filtração convencionais, mantém esse código até o equipamento. Para esse efeito, são necessários filtros que reduzam 1 código ISO por passagem. VER GRÁFICO
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