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PERDA DE POTÊNCIA
DERIVADA DOS FLUIDOS OLEOSOS

Compreendendo o problema

INGRESSO DE CONTAMINAÇÃO

AR ÓLEO DIÉSEL GLICOL Mau qualidade Manutenção incorreta Intervalo incorreto ISO 4406 elevado ISO 4406 elevado Água/Emulsões Avaria no sistema de refrigeração

DEFININDO A LIMPEZA

A Norma ISO 4406 determina a limpeza de um fluido e é utilizada pelos OEMs para definir os limites condenatórios dos componentes de um sistema de injeção, motor a diesel ou sistema hidráulico.

O que é a ISO 4406?

COMPREENDENDO O DESGASTE

O ensaio ISO 4406 é uma análise granulométrica realizada no fluido, a partir da qual se obtém uma classificação composta por 3 códigos:

CÓDIGO 1: conteúdo de partículas maiores que 4 micras por ml
CÓDIGO 2: conteúdo de partículas maiores que 6 micras por ml
CÓDIGO 3: conteúdo de partículas maiores que 14 micras por ml

Dependendo do tipo de componente, os OEMs definem um código ISO que determina o funcionamento correto do sistema.

COMPARAÇÃO VISUAL DE LIMPEZA NOS CÓDIGOS ISO 4406

Diesel 22/20/17 (média na América Latina e África) VS Diesel 11/8/7 (Premium ultra limpo)

Cuando pasamos de un código 22 (473 gramos de materia sólida en diez mil galones de diésel) a un código 18 (29.6 gramos de materia sólida en diez mil galones de diésel), extraemos el 94% de la contaminación (eliminamos 443 gramos de materia sólida). Cuando pasamos de un código 18 a un código 11 (0.23 gramos de materia sólida en diez mil galones de diésel), extraemos el 6% adicional de partículas contaminantes (29.77 gramos de contaminación), en un esfuerzo menor comparado con la limpieza realizada desde un código 22 hasta un código 18. Expresión visual en una balanza digital de un código 11 con solo 0.23 gramos (menos de un cuarto de gramo) de partículas en diez mil galones de fluido oleoso Expresión visual en una balanza digital de un código 18 con 29 gramos de partículas sólidas contaminantes en diez mil galones de fluido oleoso Expresión visual en una balanza digital de un código 22 con 473 gramos de partículas sólidas contaminantes en diez mil galones de fluido oleoso Imagen al microscopio de un código 22 donde vemos una gran cantidad de contaminación de partículas en diferentes tamaños Imagen al microscopio de un código 18 donde se aprecia poca cantidad de partículas, sin embargo, aún están presentes partículas muy grandes Imagen al microscopio de un código 11 Premium Ultra Limpio donde literalmente no se aprecian partículas presentes en el fluido 473 gramos de partículas sólidas contaminantes (promedio en Latinoamérica y África) 29.6 gramos de partículas sólidas contaminantes (valor máximo aceptado por los fabricantes de motores hace muchos años atrás, ahora obsoleto) 0.23 gramos de partículas sólidas contaminantes (objetivo Diésel Premium Ultra Limpio) Entre 20,000 a 40,000 partículas en un mililitro de combustible Entre 1,300 a 2,500 partículas en un mililitro de combustible Entre 10 a 20 partículas en un mililitro de combustible PDFs 18/16/13 PDFs 11/08/07 Galería 22/20/17

INYECTOR DOSIFICACIÓN 5% MOTOR COMPRESIÓN 7% ACEITE LUBRICACIÓN 2-3% DPF RESTRICCIÓN 2% EFICIENCIA EN COMBUSTIBLE BENEFICIOS FILTRACIÓN watch_later CP watch_later LP watch_later MP watch_later MP Mala dosificación (5%): El inyector no genera un spray completo y dosificado, afectando la compresión y temperatura en el pistón. CORTO PLAZO Pérdida de compresión (7%): los motores pierden potencia por desgaste de cilindros, agravado si el lubricante está contaminado. LARGO PLAZO Pruebas SAE han demostrado que la saturación del DPF genera back pressure, causando hasta 2% de pérdida de potencia al motor. MEDIANO PLAZO El aceite contaminado causa fricción y temperatura alta, obligando al motor a usar parte de su potencia, resultando en una pérdida de eficiencia de 2-3%. MEDIANO PLAZO

EXPLICAÇÃO TÉCNICA

PRIMEIRO PASSO PARA OBTER A MÁXIMA POTÊNCIA E VIDA ÚTIL DO SEU MOTOR

CONSUMO: 10 GL/HR INTERVALO DE ACEITE: 500 HRS VOLUMEN CONSUMIDO POR INTERVALO: 5000 GALONES search 0.00023 gr 10 GALONES 18/16/13 0.13 gr 5000 GALONES 11/8/3 250 gr 5000 GALONES 22/21/18 0.5 gr 10 GALONES 22/21/18 ACEITE DIESEL arrow_drop_down ACEITE DIESEL arrow_drop_down

Definindo o Desgaste

Na prática, a maioria das estratégias de manutenção visa simplesmente manter o teor de metais abaixo de um determinado valor pré-estabelecido em ppm… e isso está incorreto!

Por exemplo, muitos OEMs aceitam 80 ppm de ferro no óleo como valor máximo. Assim, uma amostra de óleo coletada 250 horas após a última troca, com um teor de 70 ppm de ferro, nos daria a impressão de que o desgaste está dentro dos parâmetros. Já uma amostra coletada após 500 horas, com 90 ppm de ferro, nos levaria a pensar que o desgaste está acima do limite permitido.

No entanto, ao analisarmos os cálculos da tabela anexa, observa-se que, às 250 horas, a primeira amostra na realidade apresentou maior desgaste do que a amostra coletada às 500 horas.

Interpretação de análises de óleo

A Taxa de Desgaste

Seguindo a mais comum das premissas… se houver mais de 80 ppm de ferro, é necessário reduzir os intervalos de troca de óleo. Agora, pensemos nisso enquanto observamos a tabela: 250 h = 70 ppm vs 500 h = 90 ppm.

A lógica pode indicar que, às 250 horas, o desgaste é menor do que às 500 horas, quando, na realidade, às 500 horas o sistema está obtendo melhor lubrificação.

Concordamos que não há necessidade de exceder 80 ppm de teor de ferro antes de uma troca de óleo. Porém, neste caso, o ponto principal é não assumir que, por estar abaixo de 80 ppm, o motor estará em melhores condições.

Sempre Preditivo, Nunca Corretivo

Pode parecer que realizar as trocas de óleo dentro dos intervalos estabelecidos pelos OEMs manterá o motor dentro dos parâmetros e em excelentes condições.

Os OEMs reconhecem que o ISO 4406 máximo para um motor é 17/15/12. Realizar uma troca de óleo acima do código ISO 17/15/12 irá gerar impactos econômicos, técnicos e ambientais.

É um FATO: motores limpos consomem até 3% menos combustível.

RESUMO DAS CONDIÇÕES

AIRE ACEITE DIÉSEL GLICOL AIRE ACEITE DIÉSEL GLICOL FRICCIÓN ELEVADA 3% de pérdida de potencia INTERVALO REDUCIDO ISO 20/18/15 0.12 g en 10 gal MALA DOSIFICACIÓN ISO 22/21/18 125 g / 2500 gal 5% de pérdida de potencia PÉRDIDA DE COMPRESIÓN 7% de pérdida de potencia AIRE ACEITE DIÉSEL GLICOL ISO 18/16/13 0.03 g / 10 gal ISO 17/15/12 0.015 g / 10 gal ISO 11/8/7 0.005 g / 2500 gal INTERVALO CORRECTO Buena calidad Buen mantenimiento FUNCIONAMIENTO ADECUADO

CONTROL DE CONTAMINACIÓN

INACEITÁVEL
INACEITÁVEL
A condição atual do diesel (22/20/17), média na América Latina e África. VER GRÁFICO
INACEITÁVEL
BÁSICO
BÁSICO
O fornecedor entrega o código ISO 18/16/13 na recepção do cliente. A contaminação após esse ponto NÃO é responsabilidade do fornecedor. VER GRÁFICO
BÁSICO
BÁSICO PLUS
BÁSICO PLUS
O fornecedor entrega o código ISO 18/16/13 na recepção do cliente e, por meio do uso de sistemas de filtração convencionais, mantém esse código até o equipamento. Para esse efeito, são necessários filtros que reduzam 1 código ISO por passagem. VER GRÁFICO
BÁSICO PLUS

EXPERIÊNCIA PREMIUM

SUPPLY DELIVERY DELIVERY 21/19/17 11/8/7 14/12/10 13/11/9 <11/<8/<7 15/13/10 HYDRAULIC 16/14/12 MOTOR 11/8/7 DIESEL 400 K SUPPLY DELIVERY 3 MM 600 K 250 K DELIVERY 21/19/17 11/8/7 14/12/10 13/11/9 <11/<8/<7 15/13/10 HYDRAULIC 16/14/12 MOTOR DIESEL

O CONCEITO FMS

1 La definición del estado de la cadena de suministro de combustible se realiza para establecer la condición ISO de operación del cliente.
DEFINICIÓN ISO 1 VER VIDEO ENTREGA SUMINISTRO ENTREGA
VER PRESENTACIÓN SUMINISTRO
DIESEL
ENTREGA
DIESEL
ENTREGA
DIESEL
BYPASS MOTOR BYPASS
MOTOR
BYPASS
HIDRÁULICO
BREATHER DIAGRAMA BREATHER Ingeniería a medida para asegurar el éxito del proceso de control de contaminación. 2 BREATHER 2
SUMINISTRO ENTREGA ENTREGA VER GALERIA IMPLEMENTACIÓN ¡Desde la recepción hasta el surtido del motor! FMS entrega el equipo necesario de forma gratuita y el cliente sólo paga por los elementos filtrantes. 3 3 ENTREGA ENTREGA SUMINISTRO MOTOR
DIESEL HIDRÁULICO
VER VIDEO 4 VALIDACIÓN Se validan los resultados ISO de toda la cadena. 4
5 VER CASOS BENEFICIOS El diésel ultra limpio y ultra seco garantizan los mayores beneficios. 5 ECONÓMICOS TÉCNICOS SALUD AMBIENTAL & REFERENCIAS CASOS 5 arrow_drop_down 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 5 & REFERENCIAS CASOS arrow_drop_down 4 3 3 3 3 1 3 3 1 2 3 4 5